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21 de março de 2016

Botafogo-PB e Campinense empatam em jogo polêmico e com 4 expulsos



Belo teve dois gols anulados, o que gerou revolta, confusão e quatro atletas expulsos.
Gol de Müller Fernandes foi o primeiro de dois anulados (Foto: Francisco França / Jornal da Paraíba)
Sem rodeios? Foi uma partida entre Botafogo-PB e Campinense insossa, mal jogada e com poucos lances de gol. Mas polêmica. Muito polêmica. Com dois gols botafoguenses anulados e com muitas reclamações por causa disto. Com provocações raposeiras. E com briga no intervalo, que resultou nas expulsões do goleiro Gledson e do atacante Müller Fernandes, de Campinense e Botafogo. No segundo tempo, mais duas expulsões (Leandro Sobral e Carlinhos) e mais nenhuma emoção. Assim pode ser resumida a partida deste domingo, realizado no Estádio Almeidão, em João Pessoa, e que terminou em 0 a 0.

Campinense e Botafogo, inclusive, já estão garantidos como campeões de seus grupos na primeira fase. Mas ainda não há uma definição sobre qual dos dois vai ficar com a melhor campanha entre todos, o que dará uma vaga automática nas semifinais da competição, independente do que acontecer no primeiro mata-mata. Após o jogo de hoje, a Raposa tem 21 pontos e o Botafogo 19. Para ser o dono da melhor campanha, o Campinense precisa vencer ou mesmo empatar na última rodada, mas neste segundo caso desde que o Belo não aplique uma goleada de seis gols de diferença no Auto Esporte. Para não precisar dessa goleada, o Belo tem que vencer e torcer por derrota raposeira para o Treze.

A próxima rodada do Campeonato Paraibano acontece no próximo domingo. E é rodada de clássicos. O Campinense enfrenta o Treze no Clássico dos Maiorais. O Botafogo enfrenta o Auto Esporte no Clássico Botauto.

Os quatro atos do jogo
O Clássico Emoção se resumiu em quatro atos. O primeiro foi a supremacia do Belo na etapa inicial. O clube jogava bem e buscava os espaços. E chegou duas vezes com muito perigo. Müller Fernandes meteu de bicicleta para dentro do gol. Pouco depois, Plínio meteu de cabeça para marcar. Em ambos os casos, contudo, o gol foi anulado.O segundo ato foi a revolta que as anulações dos gols geraram e que culminaram em briga no intervalo de jogo. Confusão generalizada que culminou nas expulsões de Gledson e de Müller Fernandes.
O terceiro ato foi no início segundo tempo, quando o árbitro Pablo Alves tentou acalmar os ânimos. Reuniu as duas equipes e disse que não daria mais cartões amarelos. Qualquer problema e o jogador seria expulso. Ele cumpriu a promessa. Porque pouco depois, Leandro Sobral e Carlinhos trocaram xingamentos e levaram cartão vermelho. O quarto ato foi o mais chato possível. Os times pareciam não ter mais forças para atacar. E pouco atacaram. O 0 a 0 era inevitável.

Fonte: Globo Esporte Paraíba 

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