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26 de abril de 2016

Livre do rebaixamento, treinador do Atlético de Cajazeiras comemora: “Foi difícil, mas valeu a pena”

Foram apenas cinco pontos em dez jogos na primeira fase do Campeonato Paraibano de 2016, e as credenciais candidatavam o Atlético de Cajazeiras como o maior candidato ao rebaixamento na competição.

Porém, no quadrangular da morte, torneio onde seriam definidos os dois clubes que cairiam para a Segunda Divisão do futebol paraibano, a campanha do Trovão Azul chegou a surpreender muita gente. Em cinco jogos, quatro vitórias e permanência na elite assegurada com uma rodada de antecedência.

Para o treinador atleticano, Cleibson Ferreira, o desafio veio de todas as partes. Quando chegou, após a terceira rodada, encontrou um time muito mal técnica e emocionalmente. O trabalho psicológico foi o primeiro passo, e depois passou a arrumar os jogadores dentro de campo após uma reformulação no elenco. Tudo isso durante um campeonato em andamento.

- Foi um grande desafio, porque quando cheguei tive que trabalhar o lado psicológico dos atletas. A equipe vinha de quatro derrotas em 4 jogos. No decorrer da semana tivemos que fazer uma grande reformulação, mudança de atletas, mudar esquema, corrigir vários setores da equipe, dar uma consistência em cada setor, primeiramente o defensivo, depois de criação e, por fim, o de ataque. Foi como trocar o pneu com o carro em movimento – comparou.

Além do lado da confiança do elenco, que estava em baixa, Cleibson teve que trabalhar muito para dar sua cara ao time. E não foi uma tarefa fácil. O time de Cajazeiras era um dos times que mais sofria gols na competição, ao passo que também não conseguia marcar. Com todos os setores em baixa, o treinador explicou o passo a passo para tornar sua equipe competitiva para conseguir chegar ao objetivo, que era fugir do rebaixamento.

- Tudo foi um processo de reconstrução da equipe. Tivemos que refazer praticamente quase toda uma estrutura física, técnica e tática. Foi como fazer a pré-temporada dentro da competição. A equipe foi ganhando forma, estrutura, dentro dos jogos. A cada rodada enxergávamos uma evolução. Quando cheguei, éramos os piores nos critérios técnicos. Última colocação, pior defesa e pior ataque. Fomos corrigindo os setores, tínhamos que parar de levar gols, e isso requer tempo e muito trabalho. Conseguimos isso, nos tornamos uma das defesas com menos gols sofridos. Depois, nosso time não criava situações de gol. Trabalhamos, e nos jogos começamos a jogar melhor, mas perdíamos muitas oportunidades. No ataque, em cada rodada jogávamos melhor, mas não conseguíamos resultados por desperdiçar muitos gols. Foi o ultimo setor a ser corrigido, e passamos a fazer gols em quase todas as partidas. Dentro de tudo, fomos dando uma identidade ao time de acordo com as peças que conseguimos trazer. Mudamos também a preparação. Trouxemos o preparador-físico Flávio Freire, que é de minha confiança. Tive muita ajuda do treinador de goleiros William Cicero, que já fazia parte do grupo quando cheguei – detalhou Cleibson.

Sobre sua primeira experiência no futebol da Paraíba, apesar da tarefa difícil, o jovem treinador faz uma boa avaliação, e elogiou todo staff que contribuiu com seu trabalho.

- Eu avalio como positiva (a primeira passagem pelo futebol paraibano), dentro de uma difícil tarefa, sobre a qual todos diziam ser um suicídio, pelo fato de aceitar vir para uma equipe dada como certa do rebaixamento. Mas conseguimos ser os únicos a conseguir o objetivo de permanência com uma rodada de antecedência. Mas não posso deixar de elogiar a entrega dos atletas, afinal, enfrentamos muitos problemas em todos os sentidos. Pressão psicológica e financeira, foram guerreiros. Também à diretoria, representada por Narcisão e Essuélio, diretor de futebol e presidente, que buscaram sempre, dentro de suas condições, dar o suporte para que pudéssemos dar sequencia ao trabalho. Foi difícil mas valeu a pena – concluiu.

Cleibson Ferreira foi procurado por algumas equipes, entre elas o Estanciano-SE, durante a temporada. Agora, ao fim do quadrangular, o treinador deve definir seu futuro, mas já adiantou que deseja retornar à Paraíba quando surgir uma nova oportunidade.

Fonte: Voz da Torcida

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