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9 de maio de 2016

TJD marca julgamento que vai definir futuro do Paraibano 2016

O quinto clássico dos Maiorais da temporada já tem data para acontecer. Mas não é no campo.

É que o Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba (TJDF-PB) agendou para a próxima quarta-feira (11) a sessão extraordínária que vai julgar o mérito do Mandato de Garantia 033/2016, impetrado pelo Treze e que está colocando em cheque o andamento do Campeonato Paraibano.

O edital foi divulgado na tarde deste domingo (08).

Pelo que pleiteia o Departamento Jurídico do Galo, o Campinense teria atuado de forma irregular na segunda fase do estadual, nos dérbis dos dias 10 (0 a 0) e 24 (2 a 1).

A alegação alvinegra é de que o rival não possui ainda as Certidões Negativas de Débitos exigidas pelo Profut, lei que acabou modificando o Estatuto do Torcedor.


O Treze argumenta que a nova legislação alterou os critérios de participação das equipes na competições, exigindo também a regularidade fiscal, além do critério técnico.

No Mandado de Garantia 033/2016, no qual o Treze (impetrante) pediu liminarmente para jogar as semifinais no lugar do Campinense, a Federação Paraibana de Futebol (FPF) aparece como impetrada e a Raposa como litisconsorte passivo.

Como o presidente do TJD, Lionaldo Santos Silva, indeferiu a liminar, a FPF manteve a semifinal entre Campinense e CSP. A ida seria neste domingo (08), às 19h, no Amigão. A volta estava marcada justamente para a quarta-feira, dia 11.

Na última sexta-feira (06), contudo, o Treze conseguiu uma liminar junto ao presidente do STJD, Caio César Vieira Rocha, que determinou a suspensão das partidas entre Raposa e Tigre até a Justiça Desportiva estadual analisasse e julgasse o mérito do mandado.

A FPF, através do seu diretor jurídico, Marco Souto Maior Filho, tem reiterado a regularidade do Campinense na competição, considerando que os ajustes no Estatuto do Torcedor provocados pelo Profut só passarão a valer em sua plenitude a partir da temporada 2017.

Por sua vez, o presidente do Campinense, William Simões, tem adotado o silêncio como estratégia.

Fonte: Paraíba Online

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